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Jorge Gomes visitou a sua antiga escola no arranque do ano lectivo

Jorge Gomes visitou a sua antiga escola no arranque do ano lectivo
  • 15 de Setembro de 2016, 08:49

Ontem, na escola sede do Agrupamento Abade de Baçal, em Bragança, garantiu que este é um ano escolar que arrancou sem sobressaltos. “O governo decidiu que todos os seus membros regressariam à sua escola no arranque deste ano escolar. Como todos já se aperceberam, nem se deu por ela que arrancou o ano escolar. Correu tudo bem, os professores estão todos colocados, as turmas estão criadas e foi tudo muito pacífico, ou seja, foi tudo organizado a tempo para que não houvesse sobressaltos. E é isso que se pretende também, que o decorrer deste ano seja exactamente igual ao arranque: que decorra com muita tranquilidade e que venha a dar muita esperança aos professores e aos alunos de que o ciclo do mau tempo dos anos escolares acabou”, frisou o secretário de Estado. 

De acordo com Jorge Gomes, no próximo ano lectivo, serão implementadas novas medidas, como a redução de alunos por turma. “Para o ano vai diminuir o número de alunos por turma, portanto, vão ser criadas mais turmas, vamos fazer um grande investimento nas infra-estruturas escolares para criar escolas com melhores condições. Vai haver obras em algumas escolas do distrito”,

Quanto aos problemas relacionados com os pedidos de mobilidade por doença por parte dos professores, que à semelhança do ano passado se mantém em grande número, o secretário de Estado não quis pronunciar-se sobre o assunto.

A directora do agrupamento Abade de Baçal, Teresa Sá Pires, refere que só nesta escola existem 50 docentes nessa situação. “O nosso distrito tem sofrido desse mal… No caso do nosso agrupamento temos 55 pessoas, dessas 55 pessoas só duas é que não estiveram connosco no ano lectivo anterior, não é nada de anormal. Este ano, ao contrário do ano lectivo anterior, a mobilidade por doença foi autorizada posteriormente à mobilidade interna. As necessidades transitórias que as escolas tinham foram solucionadas e agora estes docentes desempenharão outras funções”, referiu a responsável. Escrito por Brigantia. 

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