Américo Pereira desmente desentendimento entre autarcas da CIM na negociação de camas de cuidados continuados
Américo Pereira confirma que esse é o número reivindicado mas não se pronuncia sobre o estado do processo nem o número que terá sido assegurado pelo governo, frisando que estão ainda a decorrer negociações.”Não posso confirmar… A pior coisa que se pode fazer num processo negocial é adiantar-mos aquilo que pode vir a comprometer as negociações. È um processo negocial como outro qualquer. Aquilo que eu e os colegas defendemos é que a região precisa de mais camas e é isso que estamos a tentar negociar”, frisou.
O presidente da CIM Terras de Trás-os-Montes nega qualquer desentendimento entre autarcas. “Não há divergências entre os autarcas nem divergência alguma… Todos os processos negociais são processos empiricamente divergentes, por isso é que se negoceia”, acrescentou.
Américo Pereira, também autarca de Vinhais, acredita que a Unidade de Cuidados Continuados desta vila, que está pronta há sete anos, só ainda não abriu por falta de verbas para este tipo de protocolos e espera que o problema se resolva o mais breve possível. “Nós acabamos de sair de um período em que o Ministério das Finanças fechou completamente a torneira. Eu não tenho dúvidas que um dos motivos pelo qual a Unidade de Cuidados Continuados de Vinhais não está a funcionar é exactamente a falta de verbas. Quando há recursos, as negociações são todas fáceis, mas quando não há… Vamos conseguindo aquilo é possível”, sublinhou.
Prosseguem as negociações entre o Ministério da Saúde e os autarcas da CIM Terras de Trás-os-Montes que pedem acordos para 53 camas de cuidados continuados. Escrito por Brigantia.