Militares começam em breve vigilância florestal para prevenção de incêndios
Os operacionais vieram receber formação específica para estarem prontos para as tarefas que vão desempenhar.
“Decidiu-se logo que os militares não vinham combater incêndios, vêm tratar da vigilância e rescaldo. A vigilância começa dentro de dias, o exército vai contratualizar com as câmaras municipais interessadas a vigilância do património florestal que entenda eu deve ter uma vigilância extra”, adiantou.
Terminada esta fase, inicia-se a fase Charlie, a mais complexa dos incêndios florestais, que começa no dia 1 de Julho e se estende até 15 de Outubro, que se destina ao combate a incêndios. O grupo de militares treinados, está nessa altura à disposição do comando nacional das operações de socorro apenas para executar tarefas nesta área.
Em Trás-os-Montes e Alto Douro, os militares vão ficar instalados em Chaves e Vila Real, nos quartéis lá existentes. No caso de a sua intervenção ser necessária em zonas onde não existam alojamentos, cabe aos próprios tratar da sua própria acomodação.
A função dos militares será complementar o trabalho dos bombeiros, após o fogo extinto, devem na fase de rescaldo libertar os bombeiros para descanso ou para outras acções de combate às chamas.
Esta é a aposta do poder central e do poder local, para uma resposta mais eficaz aos pedidos de ajuda dos cidadãos na época de incêndios e para rentabilizar o trabalho dos bombeiros e militares. Escrito por Brigantia.