Menino que caiu de 3.º andar em Mirandela já regressou a casa
“Sentia sempre que ele ia ficar bem, mas ao mesmo tempo também tinha tempos. A partir do momento em que ele entrou o Porto foi um alívio. Em Bragança, não estou a falar mal, porque estabilizaram o menino e mantiveram-no estável, mas no Porto era como se o caso dele fosse só mais um dos muitos que eles já tiveram e que não era nada eu não conseguissem tratar”, afirmou.
Para agradecer esta recuperação recorde, Joana e a sua mãe (avó do Lucas) vão a Fátima a pé, em data a agendar, num percurso de mais de 300 quilómetros.
Pode-se falar em final feliz, mas este caso também é revelador da inexistência de meios para transportar por via aérea crianças em estado grave, no distrito de Bragança, e que pode ser fatal em outros episódios do género. Escrito por Rádio Terra Quente (CIR).