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José Alexandre Pacheco emite comunicado a propósito das suas declarações sobre a ULS Nordeste

José Alexandre Pacheco emite comunicado a propósito das suas declarações sobre a ULS Nordeste
  • 4 de Maio de 2017, 11:25

Agora, em comunicado, José Alexandre Pacheco sublinha que as declarações foram proferidas num programa da Rádio terra Quente (uma das rádios CIR) que são da sua inteira responsabilidade e, em nenhum momento, podem ser entendidas como uma posição política e pública da respectiva comissão política local. Mas reitera tudo o que disse sobre a ULS do Nordeste.
O caso começou com as declarações de José Alexandre Pacheco, da concelhia (vice-presidente) do PS de Mirandela, a criticar o modelo de gestão da administração da Unidade Local de Saúde do Nordeste.
Aquele membro da concelhia não concorda com a medida de incluir na administração um membro indicado pela Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montes e ainda considerou que a gestão da ULSNE é demasiado centralizada na capital de distrito, em detrimento dos hospitais de Mirandela e Macedo de Cavaleiros.
O líder da distrital socialista, Carlos Guerra, não disfarçou algum incómodo com esta posição, fazendo questão de esclarecer que Alexandre Pacheco é um militante do partido, mas não é nem vice-presidente da concelhia de Mirandela, porque formalmente não existe o cargo, e não fala em nome do PS, afirmou Carlos Guerra, sublinhando que essa não é a opinião dos responsáveis distritais, já que apoia a medida da nomeação de um elemento indicado pela CIM para a ULSNE por entender que isso é uma mais-valia para as populações.
Sobre a gestão, Carlos Guerra é de opinião que está bem distribuída.
Agora, em comunicado, José Alexandre Pacheco esclarece que as suas declarações foram feitas no programa quinzenal da Rádio Terra Quente “Politicamente Falando”, no contexto da exploração do tema uma criança demorou 11 horas a ter um tratamento de especialidade após queda de um apartamento em Mirandela.
Pacheco refere que as declarações são da sua inteira responsabilidade e, em nenhum momento, podem ser entendidas como uma posição política e pública da respetiva comissão política local.
Adianta ainda que, no programa, não referiu qualquer nome nem procedeu a qualquer ataque pessoal, expressando apenas uma posição referente a um modelo de gestão hospitalar com o qual não concorda e que não acha que vá trazer à unidade de Mirandela qualquer solução para os constrangimentos existentes. Pode ler-se no comunicado.
No entanto, José Pacheco, enquanto militante do partido socialista e mirandelense, reafirma todos os comentários feitos no programa, “naquela que julga ser uma defesa da manutenção do serviço público de saúde em Mirandela, com padrões de qualidade e excelência”, citamos.
Quanto à indicação de que é vice-presidente do PS local, diz ser “uma decisão da comissão concelhia do PS a qual tem todo o direito de se organizar como estrutura, tendo neste caso optado por um modelo triangular: um presidente e dois vice-presidentes”, refere o texto.
José Pacheco termina dizendo que, “nem neste caso nem em qualquer outro irá responder a qualquer coisa que não seja a ponderação crítica da substância e da essência das questões. Ataques pessoais obterão do silêncio a sua resposta”.
O teor do comunicado de José Alexandre Pacheco, da concelhia socialista de Mirandela, após Carlos Guerra ter manifestado distanciamento às críticas avançadas pelo dirigente socialista de Mirandela, à gestão da ULS do Nordeste. Escrito por Terra Quente (CIR)

 

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