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Júlia Rodrigues pede revisão de medida que prevê enterramento de cadáveres de animais em zonas remotas

Júlia Rodrigues pede revisão de medida que prevê enterramento de cadáveres de animais em zonas remotas
  • 27 de Junho de 2017, 08:53

Este enterramento é possível em zonas consideradas remotas, como é o caso da maioria dos concelhos de Trás-os-Montes, por se encontrarem longe dos centros de destruição, embora possa representar alguns perigos sanitários para a saúde pública

A deputada considera que essa medida deve ser revista e deve haver igualdade para todas as zonas do país.

“Contestamos que exista uma distinção entre as várias regiões do país e os produtores mais afastados e em regiões mais remotas têm de ter as mesmas condições que os outros têm”, argumentou a deputada.

Os deputados vão agora ter uma audição com o ministro da agricultura na qual a questão vai ser levantada. Tendo em conta as medidas que o Governo tem estipulado em defesa do interior, da igualdade de acesso de oportunidades às populações que vivem em zonas mais remotas do país, Segundo a deputada do PS e é com base nesses argumentos, que faz a sua intervenção

“Este despacho devia ser imediatamente suspenso e sugerimos que poderia haver postos de recolha temporária de cadáveres simplificando depois os transportes para a empresa que faz posteriormente a destruição”, explicou Júlia Rodrigues.

No distrito de Bragança são consideradas como remotas, para o efeito de enterramento ou recolha dos cadáveres de animais mortos em exploração, todas as freguesias dos concelhos de Bragança, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Vimioso e Vinhais. Escrito por Brigantia.

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