2 milhões de euros para valorizar a Reserva da Biosfera da Meseta Ibérica
Este projecto é fruto de uma candidatura do Agrupamento Europeu de Coesão Territorial Zasnet. A presidente desta entidade Berta Nunes, esclarece que “o mais importante e onde está alocado a maior parte do dinheiro é a sinalética, a sinalização do território da reserva da biosfera, porque qualquer visitante que neste momento venha ao nosso território não sabe que está na reserva.”
Outra das principais acções é a candidatura a Património da Humanidade das Máscaras e Festas de Inverno, de toda a zona da fronteira, e a sinalização do território.
Potenciar o turismo, “com carácter sustentável e a marca biosfera, que é uma marca de nível internacional e cada vez mais utilizada, é outro objectivo. Vai-se divulgar, fazer acções de sensibilização e divulgação e apoiar os agentes turísticos para que eles possam integrar este movimento de turismo sustentável.”
E como marca identitária do território não foi esquecida a gastronomia que vai ser promovida, por oposição à comida de plástico.
“Temos uma coisa que se chama slow food que é o oposto ao fast food, queremos uma gastronomia que utilize produtos de qualidade, que utilize receitas tradicionais e que a partir desse movimento possamos também valorizar os nossos produtos e tradições”, esclarece.
O projecto de melhoria da gestão dos recursos naturais começa agora a ser implementado e deve estar concluído até finais de 2018. Escrito por Brigantia.