Presidente da concelhia do PSD de Bragança crítica PS e os socialistas já responderam
Luís Afonso diz-se “chocado” e considera que “o partido socialista não fazer listas em 17 freguesias é o maior desastre organizativo que há memória na política do concelho. Ainda antes do trabalho acontecer, já o partido socialista deu uma nota de incapacidade de levar por diante um trabalho positivo”, diz.
Vais mais longe, dizendo que “não é um trabalho positivo deixar quase 50% das juntas por apresentar, é um desastre e é já um primeiro sinal da fraca capacidade que o Partido Socialista tem em Bragança para se capacitar e organizar, ser capaz de se mobilizar a si próprio.”
O presidente da concelhia do PSD diz que a situação é preocupante para o seu partido porque “pode significar uma grande abstenção nessas juntas de freguesias” e apela às pessoas que vão na mesma votar nesse dia mesmo só havendo uma lista a sufrágio.
Carlos Guerra, o presidente da concelhia socialista, responde às críticas dizendo que Luís Afonso vive numa “realidade virtual” e fala em “aliciamento, por parte do PSD, aos actuais presidentes de junta e candidatos do PS. É um total desrespeito quer pelas regras e convivência democrática como também um total desrespeito pelos próprios candidatos do PSD, que deram a cara pelo partido e que foram relegados para segundo plano por pessoas que em cima da hora traíram aquele que tinha sido o seu compromisso anterior.”
Carlos Guerra reiterou ainda uma acusação que já tinha feito anteriormente sobre alegadas “pressões e discriminação por parte dos membros do PSD aos candidatos das juntas de freguesia do PS, dando uma vez mais como exemplo que, nos últimos 4 anos, as juntas de freguesia do PSD tiveram em média cerca de 150 mil euros de investimento e as do PS tiveram em média 49 mil euros.” Carlos Guerra considera esta situação uma “quebra dos valores democráticos” e refere que depois das eleições irá voltar a falar sobre as coacções de que acusa a oposição. Escrito por Brigantia