Campanhas eleitorais da CDU e do PDR decorrem a bom ritmo em Bragança
No sábado, a CDU, que apresenta António Morais na corrida à câmara de Bragança, esteve em campanha na aldeia de Rabal, onde além do apoio ao candidato à junta, aproveitou para falar dos problemas que afectam a freguesia. “Rabal apesar de ser uma freguesia muito próxima da cidade tem carências que não se justificam hoje em dia a começar pela questão, já referida, dos esgotos da ETAR. Aquela estrutura não funciona, está mal localizada, cria problemas ao rio Sabor. Este Verão já criou problemas ao próprio parque de campismo, isto é o sinal da degradação a que as aldeias e o meio rural estão votados”, sustentou.
No balanço da campanha eleitoral, o candidato da CDU assegura que o feedback é positivo e garante que sejam quais forem os resultados no dia 1 de Outubro, o seu partido está pronto para tudo. “A luta não é fácil, mas estamos cá para isso, temos recebido muita simpatia e creio que isso vai ser repercutido numa forte votação na CDU, o que seria bom e assumiríamos com afinco a responsabilidade da vereação. A nível da assembleia municipal, até na esteira do trabalho que a CDU tem feito, eu creio que seria muito positivo um reforço da CDU a nível da assembleia municipal”, explicou.
Quem também esteve em comício, no mesmo dia, mas na cidade, foi o candidato do Partido Democrático Republicano, Manuel Vitorino, que contou com a presença do seu líder.
Na sua recente passagem por Bragança, o recado de Marinho e Pinto foi para a comunicação social, a quem pediu uma igualdade de tratamento, para todos os candidatos. “Queremos que a comunicação social trate igualmente todas as candidaturas e não as trate umas como filhas e as outras como enteadas, o pluralismo na democracia, o pluralismo na república, impõe esse dever à comunicação social”, referiu.
Manuel Vitorino voltou a sublinhar, à semelhança do que já fez publicamente em outros momentos que a sua candidatura é para combater o que considera ser uma inércia por parte do actual executivo. “O que faz o PDR concorrer é a luta pela liberdade. A nossa câmara é muito fechada e o PDR tem de cavar masmorras à ignorância e a este fecho de liberdade, foi por isso que propus candidatar-me. É na circunstância de estabelecer um diálogo com o povo, permanente, actuante, diligente, através de uma caixa de recolha de sugestões. Mas a primeira base, o primeiro alicerce é de facto, a ausência de valências de saúde do nosso hospital. Quero dizer às pessoas que a vida de um transmontano ou de um bragançano, vale tanto como a vida de um portuense ou de um Lisboeta”, disse.
Foram acções de campanha da CDU e do PDR, duas das seis candidaturas à câmara de Bragança. Ao longo desta semana a Brigantia vai também saber como está a ser a campanha aos restantes quatro candidatos.