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Mirandela vai acolher 76 militares da GNR do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro

Mirandela vai acolher 76 militares da GNR do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro
  • 18 de Abril de 2018, 14:57

Isso mesmo foi confirmado, na passada segunda-feira, pelo Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, no final da reunião da Comissão Nacional de Protecção Civil, que aprovou a Directiva Operacional Nacional que estabelece o dispositivo de combate a incêndios para 2018.

“Teremos unidades de ataque ampliado que terão as suas bases em Mirandela, Viseu, Aveiro e Loulé, com condições para uma intervenção, quer no ataque inicial, quer no ataque ampliado, reforçada por parte das estruturas do GIPS da Guarda Nacional Republicana”, avançou o titular da pasta da administração interna.

A presidente do Município de Mirandela congratula-se com a decisão. “É uma boa notícia para o nosso concelho e que resulta de esforços feitos pela autarquia num trabalho consistente reflectido em diversas reuniões de trabalho que culminaram com esta boa decisão para Mirandela”, afirma Júlia Rodrigues.

Apesar das instalações da Quinta do Valongo pertencerem ao Ministério da Agricultura e por considerar este serviço “de grande importância”, a autarquia “compromete-se a reabilitar e adaptar a infra-estrutura para alojar todos os militares, assegurando todo o conforto necessário”, acrescenta a autarca socialista.

“Será também uma boa oportunidade para dinamizar aquela área e até criar mais postos de trabalho na área de cozinha e limpeza”, aidianta ainda Júlia Rodrigues que espera ter as obras prontas “durante o mês de Maio” para receber os 76 militares da GNR. 
Escrito por Terra Quente (CIR)

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