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Instituto Politécnico de Bragança preencheu 44,2% das vagas

Instituto Politécnico de Bragança preencheu 44,2% das vagas
  • 12 de Outubro de 2018, 10:29

Nas três fases de Concurso Nacional de Acesso 2018 foram admitidos  quarenta e cinco mil trezentos e treze estudantes, sendo que uma em cada dez vagas disponibilizadas  ficaram vazias. As instituições com menos procura foram o Instituto Politécnico de  Bragança, que só preencheu 44,2% das vagas, e o Instituto Politécnico de  Beja (48% das vagas preenchidas). Segundo o ministro da ciência, tecnologia e ensino superior, Manuel Heitor, este a causa está na origem de menos três mil jovens terem concluído o décimo segundo no ano lectivo anterior. ” O problema não é das vagas, op problema é dos estudantes. Todos os estudantes tiveram colocação, este ano tivemos a taxa mais alta de colocação, o problema é que tivemos menos três mil jovens a completarem o décimo segundo ano. Essa vai ser uma tendência, sobretudo com as pressões demográficas que vão ocorrer nos próximos 15 anos. O exemplo de Bragança é importante naquilo que foi a diversificação dos estudantes do ensino superior. Apesar de ter ficado com cerca de menos 20 estudantes colocados no concurso nacional de acesso aumentou em cerca de 400 estudantes através das formações curtas e dos estudantes internancionais, é portanto um exemplo”.

Declarações de Manuel Heitor à margem da visita, hoje, a Bragança para uma caminhada com os novos alunos da instituição brigantina.

Existem outros quatro institutos politécnicos cujas taxas de ocupação não chegaram aos 60%: Tomar (53%); Guarda (54,9%); Portalegre (55,5%) e Castelo Branco (57,8%). Escrito por Rádio Ansiães/Brigantia (CIR).

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