“É importante sair da zona de conforto para evoluir”
Mas Vilela teve outros convites. O ciclista esteve muito perto de assinar pela W52/F.C.Porto, como o próprio confirmou.
“É verdade que tive o convite do F.C.Porto e de outras equipas portuguesas. A proposta do Porto foi a mais concreta. Lá tenho vários amigos e é praticamente a minha segunda casa em Portugal”.
O ciclista, natural de Bragança, optou por continuar a correr no estrangeiro, vai para a quinta temporada fora de Portugal, e considera que “é importante sair da zona de conforto para evoluir” e conhecer “novas culturas, novas pessoas” para poder evoluir.
A última prova de Ricardo Vilela com a camisola da Manzana Postobon foi a Volta à Turquia, que se realizou este mês, entre os dias 9 e 14.
O ciclista fala de “dois anos bastante positivos” e refere que só não renovou face à incerteza que se vive na formação colombiana em relação ao escalão em que vai competir. “Até à hora de embarcar para a Turquia pairava a incerteza em relação ao escalão em que a equipa vai competir. Eu tinha uma proposta e não podia esperar mais, tinha que dar uma resposta. Eu queria continuar e os responsáveis da equipa também queriam que eu ficasse mas não foi possível”.
A mudança para a Burgos BH, formada por 16 ciclistas, vai manter Vilela nas grandes provas como a Volta a Espanha.
Ricardo inicia os trabalhos na Burgos BH no próximo mês de Janeiro, depois das passagens pela Manzana Postobon, Caja Rural, OFM Quinta da Lixa, Efapel – Glassdrive, Onda Boavista, Madeinox Boavista e Liberty seguros.
A entrevista, na íntegra, ao ciclista brigantino para ouvir no sábado, na Brigantia, no programa Nordeste Desporto “Antevisão da Jornada”.