Região

Providência cautelar de grupo de cidadãos para parar obras na João da Cruz em Bragança

Providência cautelar de grupo de cidadãos para parar obras na João da Cruz em Bragança
  • 3 de Dezembro de 2018, 11:28

Guedes Almeida que encabeça o movimento anunciou a intenção na última assembleia municipal de Bragança por considerar que as obras são um atentado à histórica avenida da cidade.

“Em nome da vontade dos cidadãos de Bragança e do concelho irá haver uma declaração do foro judicial, uma providência cautelar, para ser discutida, relativamente às obras que estão em curso na cidade, e relativa às obras previstas para a avenida João da Cruz. A população de Bragança considera que isto é um atentado à histórica tradição e realidade de Bragança”, disse Guedes Almeida, na assembleia municipal.

Em causa está um projecto que prevê a criação de uma ciclovia. Guedes Almeida refere que a população brigantina não foi ouvida e que já não existe Conselho Municipal. 

“A avenida João da Cruz não pode ser transformada em pista de ciclismo. Não podem ser feitos os passeios, para ciclistas e peões, sem intervenção nos lugares contíguos, como por exemplo, na moagem. A população não foi ouvida, porque efectivamente hoje não há o Conselho Municipal”, acrescentou Guedes Almeida.

Hernâni Dias, presidente da Câmara Municipal de Bragança em resposta considera este assunto descabido porque a obra já foi alvo de discussão pública: “eu já não comento isso. Considero que é uma afirmação completamente descabida e não tem qualquer nexo. As pessoas têm que entender quando fizemos o processo da Avenida João da Cruz e da Sá Carneiro promovemos uma discussão pública sobre isso e quem quis participar participou”, explicou Hernâni Dias.

Este foi um dos assuntos discutidos na última Assembleia Municipal de Bragança, que decorreu na passada sexta-feira. 

Escrito por Brigantia

Proponha um artigo de opinião:
info@pressnordeste.pt
Abrir
Written By
admin