Brigantino trabalha no Atlético de Madrid e descreveu o cenário que se vive em Espanha devido à Covid-19
Em Espanha, por exemplo, os casos de infecção por coronavírus passam os 11.000, sendo que Madrid é a cidade com mais pessoas infectadas, 43% dos casos confirmados.
No país vizinho foi decretada quarentena. A medida entrou na segunda-feira em vigor e implica que apenas as deslocações estritamente essenciais possam ser realizadas, durante, pelo menos, 15 dias.
Sérgio Cereja é de Bragança, trabalha na Loja do Atlético de Madrid há 14 anos, e fala de “uma situação complicada”. “As saídas à rua são limitadas só mesmo para ir ao supermercado ou à farmácia, por exemplo, e a polícia controla todas as situações”, descreveu.
O brigantino falou também da correria desenfreada aos supermercados. “Nos supermercados as pessoas parecem malucas, compram em grandes quantidades, não pensam. Vive-se com muita tensão”.
Sérgio diz estar bem, em casa e com os pais. “Estou em casa com os meus pais. Vemos séries, notícias e ainda faço exercício físico”, contou.
Em entrevista à Brigantia, Sérgio Cereja falou ainda do seu trabalho na loja dos ‘Colchoneros’ e do craque português João Félix. “Já o vi algumas vezes. Parece-me muito tímido mas é já um ídolo aqui, em Espanha, e penso que vai ser uma estrela do futebol”.
Sérgio Cereja é de Bragança mas reside, desde os sete anos, e trabalha em Madrid, em Espanha, onde é funcionário do Atlético de Madrid.