Presidente da Associação de Estudantes Africanos do IPB pede para que não se realizem convívios em casa
“É uma situação atípica, mas agora que aconteceu temos que saber lidar com ela. Toda a comunidade está agora com receio e está acatar as medidas e acho que, a partir de agora, as pessoas vão começar a encarar isto de uma outra forma”, referiu.
O presidente da associação apela a que a comunidade estudantil siga as recomendações da Direcção-Geral da Saúde.
Quanto às festas e convívios em casa, Wanderlei Antunes diz ainda que a associação também está a apelar a que este tipo de actos não aconteça.
“Estamos a apelar a que não se juntem em casa, porque não queremos que a situação piore e percamos o controlo da coisa”.
Em Bragança, neste momento, estudam cerca de 2300 jovens africanos.
Escrito por Brigantia