Futsal: Grupo Desportivo Macedense já trabalha
Um início condicionado pela Covid-19 e com medidas apertadas de higienização. “Todo o contexto de treino foi alterado. Tivemos que fazer um plano de contingência antes de começar a pré-época. Em treino o facto de os treinadores terem que usar máscara faz com que a mensagem não passe tão facilmente. Mas, é o contexto que temos e resta-nos trabalhar para fazer o melhor possível”, disse o treinador.
Para a nova temporada o Macecense conta com seis caras novas na equipa, com destaque para o brasileiro Rômulo. O jogador é bastante experiente e jogou na LNF (1ª divisão brasileira de futsal). Trata-se de contratações que dão garantias para uma manutenção tranquila.
“O grupo sai reforçado com alguma experiência até porque o contexto deste ano é especial e temos que estar muito bem preparados. Optamos por reduzir à quantidade de jogadores e ter um grupo mais experiente e que nos permita lutar pelo nosso objectivo que é a manutenção. Em 88 equipas ficam 24 na segunda divisão. É um objectivo muito difícil mas que queremos alcançar”.
Costinha destaca também a importância de o clube ter conseguido renovar com muitos dos jogadores da época passada, como o capitão Patrick. “Houve um trabalho para manter alguns jogadores da temporada passada. Procurámos segurar os jogadores que são uma mais valia e que são influentes no jogo e no balneário”.
Sobre o campeonato, que vai contar com 88 equipas e a fase regular vai jogar-se apenas a uma volta, Costinha diz que “não há margem para errar”.
Dos seis reforços do Macedense conhecidos até à data apenas falharam o início dos trabalhos os brasileiros Rômulo e Flávio. Os dois jogadores realizaram um terceiro teste à Covid-19, depois dos dois feitos no Brasil, que deram negativo.
Trata-se de uma medida de precaução para evitar situações verificadas em outras equipas de atletas estrangeiros que apesar de terem testado negativo, antes de viajarem para Portugal, acabaram por testar positivo já em território português.