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Drones da Força Aérea retomam operações de vigilância e detecção de incêndios

Drones da Força Aérea retomam operações de vigilância e detecção de incêndios
  • 11 de Setembro de 2020, 10:10

Estas operações tinham sido suspensas, no passado sábado, menos de uma semana depois de se terem iniciado, devido à investigação da aterragem forçada de uma aeronave não tripulada, na zona do Torrão, em Alcácer do Sal.

Na nota enviada à LUSA, a Força Aérea informa que o relatório de investigação conclui que a aterragem forçada “foi provocada por uma falha mecânica que causou o desacoplamento do motor à hélice da aeronave”.

A Força Aérea acrescenta que as recomendações do relatório foram implementadas e a operação dos ‘drones’ foi retomada.

Recorde-se que a FAP adquiriu este ano 12 ‘drones’ para reforçar a capacidade de vigilância aérea e deteção de incêndios no âmbito do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais em Portugal.

Dos 12 ‘drones’, seis de asa fixa estão a operar a partir das bases de operação da Lousã, Beja e Mirandela, cobrindo as regiões Norte, Centro e Sul de Portugal, e dois com capacidade de descolagem e aterragem à vertical estão em fase de testes e qualificação, aguardando a FAP a entrega pelo fabricante dos outros quatro.

A base de Mirandela, no aeródromo municipal, tem dois drones que começaram a operar no dia 31 de agosto e que devem manter-se até 31 de outubro.

Estes drones têm autonomia para 10 horas e também detetam ignições durante a noite.

Menos de uma semana depois de terem sido suspensas as operações dos drones da Força Aérea para a vigilância e deteção de incêndios florestais, distribuídos pelas três bases do País, uma delas em Mirandela, a atividade foi ontem novamente retomada, depois de conhecidas as conclusões do relatório da aterragem forçada de um destes aparelhos. Escrito por Terra Quente FM (CIR). 

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