Pandemia não afastou pessoas de exercerem o seu direito de voto em Bragança
Na União de Freguesias da Sé, Santa Maria e Meixedo, no concelho de Bragança, esta manhã, a afluência de pessoas para votar era notória. Ainda assim os eleitores disseram sentir-se seguros.
“Acho que está tudo dentro as leis da DGS”, disse Catarina Carvalho. Também Alberto Pereira se sentiu seguro, mas considerou que o espaço era pequeno para a quantidade de pessoas presentes. “Lá dentro está tudo sinalizado, mas penso que deviam ter arranjado outro pavilhão para separar mais as pessoas”, referiu.
A entrada e saída de pessoas era feita por circuitos diferentes. No entanto, o tamanho da fila para entrar no pavilhão e votar assustou algumas pessoas que pensaram em desistir.
“Quando eu cheguei a fila estava normal e andou rápido, mas se tivesse muita gente eu acho que desistia”, disse Anabela Fernandes. Já Lília Pires foi acompanhada pelo filho pequeno e admitiu que não podia esperar muito tempo na fila. “Se ficar muito tempo à espera terei que ir embora porque eu não venho sozinha, mas já vi que estão sempre a circular”, afirmou.
Segundo Telmo Afonso, presidente da União de Freguesias da Sé, Santa Maria e Meixedo, durante a semana, foram obrigados a substituir 30% das pessoas das mesas de voto, porque testaram positivo para a Covid-19.
“Infelizmente 28 pessoas das que estavam positivas e em confinamento, porque estiveram m contacto com alguém que está positivo, tiveram que sair das mesas de voto e tiveram que ser substituídas”.
Telmo Afonso adiantou ainda que a afluência de pessoas está idêntica à das eleições para as legislativas, em 2019, e que até ao meio dia já tinham votado 17% dos eleitores.
Escrito por Brigantia