Época Balnear já começou no Azibo mas há regras a cumprir
Seja pela qualidade dos espaços ou por se sentirem mais seguros, muitos são os escolhem as águas do Azibo nesta altura.
“Somos de Lisboa e é a primeira vez que viemos cá. É uma maravilha, está-se muito bem. É natural que aqui estejamos mais à vontade do que em Lisboa porque lá há muita mais gente. É um bom destino para férias e vamos voltar”, referiu um visitante.
“Venho de Guimarães e um dos motivos para vir para cá foi fugir da zona litoral por causa da confusão. Em todo o caso, também vim motivado pelo bom tempo porque sabemos que no interior é mais quente, e é mais agradável também nesse sentido. É um bom sítio para estar em contacto com a natureza, mesmo a nível das praias, desde a última vez que vim, nota-se que houve alguma evolução e melhoria de condições”, disse outro veraneante.
Para frequentar as praias, os veraneantes têm de cumprir as regras de segurança estipuladas devido à pandemia, o que no geral parece estar a ser cumprido.
“Penso que as pessoas cumprem o distanciamento e andam de máscara até chegar à praia”, disse um visitante.
Este ano os insufláveis estão proibidos mas, ainda assim, há outras possibilidades para quem não quiser só apanhar banhos de água e sol. André Petrov aluga canoas e este ano também resolveu trazer gaivotas. Confessa que não espera que esta época balnear seja muito diferente da do ano passado.
“Não estou à espera que seja muito melhor que o ano passado por causa da economia do país. A partir de 15 de Julho começa a vir mais gente mas também há muitos que ligam e perguntam se podem ou não entrar, visto que há a questão da lotação das praias. É chato para algumas pessoas que vêm de fora, sem essa informação, e ao chegar aqui encontram as praias fechadas”, referiu André Petrov.
A época balnear nas praias do Azibo dura até 12 de setembro com regras, entre as quais se destacam o uso de máscara, exceto nas idas à água e exposição ao sol, sinalética para garantir o distanciamento e diferentes sentidos de circulação, e ainda o limite de lotação que não pode ser superior a 1700 pessoas em simultâneo na Praia da Fraga da Pegada e de 1600 na da Ribeira.
Escrito por Onda Livre (CIR)
Foto: Onda Livre