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Secretária de Estado da Administração Interna garantiu que há operacionais suficientes para ocorrências no verão

Secretária de Estado da Administração Interna garantiu que há operacionais suficientes para ocorrências no verão
  • 14 de Junho de 2021, 09:08

Só no de Alfândega da Fé, inaugurado este sábado, estão cerca de 3 operacionais dos bombeiros da vila. A secretária de Estado da Administração Interna esteve na inauguração. Questionada sobre a preparação deste dispositivo para o combate a incêndios, Patrícia Gaspar, disse estar preparado para as necessidades deste verão.

“Está perfeitamente estabilizado para aquilo que é a realidade e as necessidades normais do verão em Portugal. Sabemos que vão ter picos com maior actividade e aqui a chave de sucesso reside no planeamento que foi feito e na flexibilidade deste dispositivo, que permite mexer as equipas dos locais em que o risco é menor para locais onde existe uma maior probabilidade de ocorrências e portanto eu tenho plena confiança do dispositivo que está no terreno”, afirmou.

Segundo a secretária de Estado, este ano, também haverá uma directiva para detectar e coordenar equipas quando os incêndios ainda estão numa fase inicial.

No sábado foi ainda inaugurado o Quartel do Bombeiros de Alfândega da Fé. A parte operacional do edifício foi reconstruída, nomeadamente as camaratas e casas de banho. São 66 bombeiros no corpo activo e 21 colaboradores, parte deles destacados para o posto de Intervenção, Protecção e Socorro e Centro de Meios Aéreos.

“Tenho a expectativa de podermos ter mais operacionais profissionais na casa. São três homens nossos que prestam lá (posto de intervenção) serviços, mais ao menos 12 horas por dia, depende do horário de funcionamento do helicóptero, que opera entre o nascer e o pôr-do-sol”, referiu o presidente dos bombeiros, Diamantino Lopes.

As obras no posto de intervenção e no quartel custaram 900 mil euros e foram financiadas pelo POSEUR. Mas segundo o presidente da câmara, Eduardo Tavares, os investimentos no heliporto não vão ficar por aqui.

“Ainda há trabalhos que ficaram por fazer e que nós queremos fazer nos próximos anos, nomeadamente a melhoria das infra-estruturas exteriores, os acessos à pista, o reservatório de combustível, o hangar. Estamos a falar de 200 mil euros que ainda falta investir naquela base”.

A empreitada no heliporto demorou cerca de um ano, já no quartel dos bombeiros, o abandono por parte do empreiteiro fez atrasar o processo e encarecer a obra.

Escrito por Brigantia

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