Câmara de Carrazeda sem oposição porque membros do Movimento Unidos por Carrazeda renunciam ao cargo
A câmara é composta pelo presidente, João Gonçalves, reeleito para um segundo mandato, pelo PSD, três vereadores do mesmo partido, bem como um vereador da oposição, do Movimento Unidos por Carrazeda. O cabeça de lista, Frederico Meireles, deveria ocupar o cargo mas explica que se viu obrigado a suspender o mandato por um ano.
“Suspendi por razões pessoais profissionais, que não me permitem compatibilizar as duas funções. É uma suspensão normal”, referiu.
Depois de Frederico Meireles ter suspendido o mandato, foi convocada a pessoa imediatamente a seguir naquela lista, Manuel Almeida Pinto, que renunciou. O processo repetiu-se. Foi convocada a terceira pessoa, Marina Trigo, mas, no que toca a rejeições, o cenário voltou a repetir-se. Foi agora convocado o quarto elemento, Luís Castro Pinto, estando a aguardar-se resposta. Frederico Meireles assume que a pessoa que há-de ocupar o cargo está escolhida e que nada se passa com a lista, as pessoas apenas foram renunciando até se chegar à pretendida.
“A partir do momento que não podia compatibilizar as duas funções, o Movimento decidiu quem é que me iria representar, que é o número quatro. Para decidirmos quem iria tomar posse, não demorámos mais de cinco minutos e foi por unanimidade. Obviamente que os elementos da lista que me sucedem não podem renunciar antes de serem convocados”, explicou.
Contactado, o presidente da câmara confirmou os factos mas disse não valer a pena comentá-los. Assinalou que o prefere fazer se ninguém aceitar o cargo, sendo que a lista é composta por cinco efectivos e dois suplentes.
Escrito por Brigantia