Mais de 15 milhões de euros de orçamento para Carrazeda mas oposição diz que não promove criação de emprego
Os cinco elementos do movimento Unidos por Carrazeda votaram contra.
Ricardo Samorinha, um dos elementos desta bancada, adianta que os documentos não promovem a criação de emprego e fixação de pessoas.
“Mostra uma certa continuidade e não demonstra um planeamento a médio e longo prazo para que os investimentos tragam retorno. É a única câmara que nunca alterou as suas cores políticas, sempre foi PSD/CDS, quando terminar este mandato serão 49 anos sempre com a mesma cor, e não se vê que haja um plano para que as coisas se alterem”, afirmou.
O presidente da Câmara de Carrazeda, João Gonçalves, disse que o voto contra dos Unidos é apenas uma posição política.
Ricardo Samorinha insiste que o concelho de Carrazeda tem cada vez menos gente e que o plano e o orçamento de 2022 não têm medidas para inverter a tendência de despovoamento.
O autarca João Gonçalves refuta a crítica de falta de ambição.
“Dizer que é um orçamento pouco ambicioso, um orçamento de cerca de 15,5 milhões de euros, que será reforçado com o saldo de gerência acima dos 3 milhões de euros, na próxima revisão, das duas, uma, ou estão desatentos, ou estão a enviesar o sentido do orçamento municipal”, frisou.
O regadio da veiga, a criação de habitação para os mais necessitados e os apoios sociais são três das apostas inscritas no plano e no orçamento da Câmara de Carrazeda para 2022.
Escrito por Rádio Ansiães (CIR)