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Transmontana Manuela Pinto emigrou para a Suíça e criou uma agência de encontros

Transmontana Manuela Pinto emigrou para a Suíça e criou uma agência de encontros
  • 10 de Fevereiro de 2022, 09:02

É o caso de uma transmontana na Suíça, que faz do amor o seu negócio.

Manuela Pinto é natural de Agrobom, no concelho de Alfândega da Fé. Emigrou aos 12 anos para a Suíça e é lá que vive há já 38. Depois de trabalhar em vendas em loja e ao domicílio decidiu criar uma agência de encontros e é no amor que tem o ganha pão há já oito anos.

Esta agência especializada em encontrar a cara metade àqueles que não o conseguem fazer ou precisam do dito “empurrão”, foi criada para as pessoas que procuram seriedade.

“Fiz um estudo do mercado, descobri que uma em cada duas pessoas solteiras estava só e pensei lançar uma agência de encontros. Criei a agência, porque eu mesmo conheço estes sites e dei-me conta que há muitas mentiras e o que me chocou foi que funciona como se fossem às compras, em que uma pessoa mete no carrinho e consome se quiser consumir, senão deita fora”, disse.

Além da fundadora, a empresa dá trabalho a mais três pessoas, são profissionais especializados nestas matérias que envolvem o coração e a quem Manuela Pinto chama de conselheiros. Esta equipa faz uma análise das pessoas que se vão inscrevendo e tenta perceber quem melhor combina.

“Logo que eu tenha a inscrição da pessoa, marcamos um encontro para sabermos quem é a pessoa. Tem que assinar um contrato de seis meses, um ano ou dois anos, e quando assinam recebem um quetsionário, que vai completar o encontro que tivemos com a pessoa. Procuro na minha base de dados a pessoa que pode corresponder melhor com essa pessoa, os dois recebem o perfil ao mesmo tempo e depois têm que dizer por e-mail se estão de acordo em encontrar o outro. Se recebermos dois sins, é ele que recebe o número de telefone da senhora e lhe telefona”, explicou.

As pessoas recebem o perfil uma da outra mas não há fotografias. Segundo a fundadora, há muita gente que descarta algumas possibilidades por causa da imagem e não conhece a verdadeira essência da outra pessoa. A ideia é que se criem laços mais profundos.

Sem nunca terem visto sequer uma fotografia da pessoa que vão conhecer, os inscritos podem depois do encontro decidir com a C’mieux à 2 se querem ou não continuar a ver-se. Caso um deles não queira, a agência terá que encontrar uma alternativa para aquelas pessoas que acreditou que poderiam funcionar juntas.

Escrito por Brigantia

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