Futsal: Técnico do Macedense confiante na conquista da manutenção
A época começou e a equipa só quebrou o ciclo negativo a partir da quarta jornada. No total, perdeu sete vezes, venceu quatro e empatou uma.
Alguma falta de adaptação e experiência são as justificações dadas pelo técnico desta equipa, Costinha, para o mau arranque no campeonato. “Na primeira fase tivemos um início que era expectável mas não o desejado. Os atletas tiveram de se adaptar a um novo contexto de trabalho, houve grandes alterações, perdeu-se muita experiência, vieram atletas novos que se foram adaptando cada um ao seu ritmo, o que no início não nos permitiu ser consistentes em termos exibicionais. A este nível paga-se caro cada erro que se vai tendo. Ao longo do tempo foi-se ganhando essa consistência e confiança, algumas rotinas, os jogadores foram-se conhecendo uns aos outros e começou a surgir um GDM diferente, mais personalizado”.
Para Costinha é notória a evolução e consistência da equipa ao longo dos jogos. “Tivemos quase um mês sem derrotas, o que também vem de encontro àquilo que se perspectivava, que era a consolidação dos conhecimentos, uma equipa jovem, nova, que precisou do seu tempo de adaptação e depois as coisas iriam surgindo. Infelizmente, já não surgiram a tempo de podermos lutar por objectivos mais ambiciosos, que nos permitissem garantir a manutenção nesta fase, ficando nos cinco primeiros lugares, mas tem sido uma evolução notória e consistente”.
A partir de Janeiro o GDM vai disputar a fase de manutenção/descida, na qual vai encontrar equipas da série sul. O objectivo é claro, a permanência na 2ª divisão. “Vamos procurar preparar-nos para uma segunda fase muito exigente porque sabemos que nos vamos misturar com a série sul, que foi declaradamente uma série muito competitiva, com grandes investimentos, ainda maiores do que na zona Norte. Duas equipas dessa série são candidatos a subir de divisão porque os valores dos investimentos são de outra realidade que não existe sequer na nossa série, mas vamos procurar ser competitivos, preparar-nos bem e, obviamente, aquilo que é o nosso grande objectivo que é assegurar a manutenção na segunda divisão”.
Ao longo da segunda fase, a equipa terá que se deslocar várias vezes ao sul do país e ilhas, o que também dificulta o trabalho. “Desejamos é não ter de ir ao Algarve porque essa deslocação, na nossa situação, implica um dia de trabalho, uma sexta-feira para poder jogar no sábado, depois o regresso, estamos a falar de 9/10 horas de viagem, no mínimo, o que é sempre complicado. Também esperamos não ter de ir ao Alentejo sul, também há equipas de lá, porque para a logística de uma equipa amadora é sempre complicado. Mas, uma coisa nós prometemos, se tivermos de ir vamos para sermos competitivos, vamo-nos preparar o melhor que pudermos na
A fase de manutenção/descida começa a jogar-se a 14 de Janeiro.
Escrito por Rádio Onda Livre (CIR – Cadeia de Informação Regional)