Entre 26 e 30 de Abril 15 balões de ar quente vão sobrevoar vários pontos do distrito
Durante cinco dias, os céus vão encher-se de balões de ar quente. São, no total, 15, para fazer voos abertos e estáticos.
Esta é uma iniciativa do Turismo do Porto e Norte de Portugal e da Associação de Municípios do Baixo Sabor.
O presidente da associação, Eduardo Tavares, considera que o festival vai ser um marco no que toca à promoção e divulgação deste território.
“Este evento para estas terras representa para um importante projecto supramunicipal, que pretende partilhar sinergias territoriais, na promoção de Trás-os-Montes, obviamente dos Lagos do Sabor, mas também do Vale da Vilariça. Pretende também assinalar a importância do nosso território como um destino turístico de excelência e qualidade”, frisou.
O festival vai assim abranger os municípios de Alfândega da Fé, Torre de Moncorvo, Macedo de Cavaleiros e Mogadouro, sendo que Vila Flor também se tornou parceiro.
Eduardo Tavares está confiante no sucesso do evento e espera que se repita anualmente.
Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, explica que esta ideia pode ser uma grande oportunidade para mostrar a região e potenciar que mais turistas a visitem.
“Era necessário ter uma ideia que resultasse e que fosse diferenciadora, na oferta turística da região. Percebemos que o balonismo poderia ser essa grande âncora. Estamos a tentar criar curiosidade nas empresas que fazem este tipo de oferta turística, também nas empresas de animação turística, mas também nos próprios turistas, para já nos nacionais e depois chegar aos internacionais”, disse.
Esta primeira edição é uma experiência que se espera que vingue. A ideia de Luís Pedro Martins é que o festival continue, depois, a realizar-se e que aqui se crie este produto turístico.
O festival acontece entre 26 e 30 de Abril. Alfândega da Fé recebe-o no primeiro dia. No dia 27 é a vez de Mogadouro, depois segue para Vila Flor, no dia 29 é a vez de Moncorvo e termina em Macedo.
A Turismo do Porto e Norte de Portugal investiu cerca de 100 mil euros nesta iniciativa.
Escrito por Brigantia