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PSP, GNR e Guarda Prisional continuam em vigília diária em Bragança e não querem parar até ser ouvidos

PSP, GNR e Guarda Prisional continuam em vigília diária em Bragança e não querem parar até ser ouvidos
  • 15 de Janeiro de 2024, 08:57

Em Bragança têm-se juntado, diariamente, desde terça-feira da semana passada, na Praça Cavaleiro Ferreira, para mostrar descontentamento.

As vigílias têm acontecido por todo o país e em Bragança, segundo Rui Dias, agente principal da PSP, pelo menos, esta semana, é para continuar, diariamente. “Para já, não há perspectivas de parar, pelo menos até conseguirmos alguma das reclamações que estamos a reivindicar. Para a realidade do comando de Bragança, tanto da PSP como da GNR, têm aparecido bastantes elementos. Não há uma data definida para parar ou continuar. Vamos ver o que isto dá”.

A PSP e a GNR pedem melhores salários e um subsídio de missão, mas as reclamações vão muito além disso. “Há outras reivindicações. Por exemplo, mais e melhor material informático, actualizado aos dias de hoje, para um melhor combate ao crime, melhores viaturas, que asseguram a segurança aos profissionais e cidadãos, cumprimento do estabelecido no estatuto naquilo que diz respeito à idade para ir para a pré-reforma, que no caso da polícia não está a ser cumprido, mais incentivo para a aquisição de mais fardamento, sobretudo para os profissionais que fazem uso diário da farda. Recebemos um pequeno subsídio mensal mas não chega para a aquisição e desgaste do fardamento”.

Rui Dias diz que estas forças de segurança estão esquecidas e que há aproveitamento da tutela. “Os profissionais, apesar de estarem maltratados, nunca esquecem a sua missão, que é em defesa e em prol do cidadão e acho que há um aproveitamento da parte de quem manda, da tutela, desse factor”.

Elementos da PSP, GNR e Guarda Prisional têm-se concentrado em vigílias, por todo o país, desde o começo da semana passada. Exigem aumentos salariais, valorização da profissão e melhoramento das condições de trabalho. As vigílias tiveram origem no descontentamento provocado pela aprovação do suplemento para a PJ.

Escrito por Brigantia

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