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Estradas Bragança-Puebla de Sanabria e Vinhais-Bragança recebem reforço financeiro do PRR

Estradas Bragança-Puebla de Sanabria e Vinhais-Bragança recebem reforço financeiro do PRR
  • 18 de Janeiro de 2024, 08:56

Esta adenda vem no seguimento do reforço das obras do PRR. Para a ligação de Vinhais estavam previstos 31 milhões euros, mas agora passam a ser 36,6 milhões.

O presidente da câmara, Luís Fernandes, realçou a importância do aumento do financiamento. “Neste caso a ligação recebeu mias cerca de 6 milhões de euros, o que é positivo, tendo em atenção a inflação”, referiu.

A empreitada consiste na requalificação do troço existente e na construção de duas variantes.

O autarca adiantou que ainda nestes primeiros três meses do ano será aberto concurso para avançar com a melhoria da estrada e a partir do Verão será aberto concurso para as variantes. “Os dois viadutos que vai levar Vila Verde e Soeira será lançado o concurso no segundo semestre, que são os que têm mais impacto em termos de obra, porque estamos a fazer de dois viadutos com cerca de quatro quilómetros, um deles até é o mais alto de Portugal”, explicou.

Outra das obras financiadas pelo PRR que viram reforçado o seu financiamento foi a ligação Bragança-Puebla de Sanabria. São mais 13 milhões de euros.

O município é o promotor da empreitada e há muito dizia que a verba era insuficiente. “Desde a primeira hora que interpretamos o valor que nos tinha sido atribuído como insuficiente para executar a obra. Na altura, em diversas reuniões com membros do Governo transmitimos essa preocupação e apontamos um valor que seria o mínimo que deveria ser junto à verba inicial que nos tinham atribuído para podermos concretizar a obra”, explicou o presidente da câmara, Hernâni Dias.

A ligação Bragança-Puebla Sanabria vai consistir na construção de um troço de Bragança a Rio de Onor, a passar pelo Parque Natural de Montesinho. Inicialmente estavam previstos 16,8 milhões de euros, mas agora passam a ser 30 milhões. Espera-se a conclusão do projecto de execução e do estudo de impacte ambiental.

As obras inscritas no Plano de Recuperação e Resiliência têm que estar concluídas até 2026, sob pena de perda de financiamento. Os contratos para reforço das verbas foram assinados na semana passada. 

Escrito por Brigantia

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