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Matadouro de Bragança vai ser integradona estrutura da Câmara

Matadouro de Bragança vai ser integradona estrutura da Câmara
  • 1 de Março de 2013, 09:28

A extinção da Empresa Municipal Terra Fria Carnes, que detinha esta estrutura de abate de animais, deve-se ao novo Regime Jurídico da Actividade Empresarial Local imposto pelo Governo, que prevê a manutenção, apenas, das empresas municipais auto-sustentáveis.
O presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, garante que a internalização foi a melhor solução encontrada pelo município para continuar a assegurar o apoio à agricultura e à pecuária no concelho.
“A internalização visa manter e desenvolver a actividade do matadouro de Bragança, que tem prestado um bom serviço à pecuária no nosso concelho. O ano passado foi o quarto melhor ano desde a sua criação, há 10 anos. O que quer dizer que continua a fazer falta para os agricultores, para os talhantes e também para os consumidores”, realça o edil.

Câmara quer
gestão privada

A autarquia já lançou dois concursos para concessionar o matadouro, mas ficaram desertos. Jorge Nunes assegura que entregar a privados a gestão desta estrutura de abate continua a fazer parte dos planos do município.
“Não surgiram concorrentes, o que não significa que esta internalização não deixe em aberto a possibilidade de concessão. Seria uma boa decisão se acontecesse, porque a gestão privada permite, com mais facilidade, estar junto da produção, do negócio da compra e vender junto dos consumidores. A Câmara e uma empresa com 100 por cento de capitais públicos não podem estar no mercado com esta atitude”, garante o autarca.
O município garante a manutenção dos 10 postos de trabalho da Terra Fria Carnes.
A internalização desta empresa municipal foi aprovada, na passada sexta-feira, pelos deputados da Assembleia Municipal, com 68 votos a favor e sete abstenções.

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