Confraria promove o butelo
Tem desempenhado um papel importante na divulgação dos produtos, não só do butelo e das casulas, mas também de outros produtos da terra. “Nós reunimos todos os meses. Já fizemos muitas pesquisas e divulgamo-las. Além disso, abordamos os produtores e os vendedores sobre a forma como estão a confeccionar e a vender estes produtos no sentido de potenciar a qualidade. Tentamos ajudá-los na medida do possível pois somos uma confraria com poucos recursos”, afirma Nuno Pires.
Novos confrades
entronizados
No início “éramos um grupo de 25 e acabaram por ser esses a constituir a confraria formal e legalmente a 6 de Janeiro de 2011. No dia 23 vai ser feita a primeira entronização de novos confrades, na Domus Municipalis. São mais 25 que vêm dos mais variados pontos do país, mas é tudo gente ligada à região, tanto nas origens como no trabalho e que gostam de butelo”, afirma o grão-mestre da confraria”.
Nuno Pires considera que este festival, além de promover estes dois produtos, também divulga a região. “O festival é o epílogo de todo o trabalho que tem sido feito nos últimos dois anos pela confraria no âmbito da divulgação da gastronomia nordestina, em particular na Terra Fria”, realça.
O grão-mestre está convicto que se não fosse a Confraria, o butelo não teria despertado tanta atenção, nem se teria produzido e vendido tanto. “No início até fomos motivo de chacota por parte de algumas pessoas que viam a confraria com desdém e agora até gostavam de ser confrades”, conclui o grão-mestre.