Feira solidária para apoiar carenciados
Os preços variavam entre um euro e meio e os três euros, o que permitiu às pessoas mais carenciadas comprarem roupas e calçado, que embora não sendo novos, estavam em bom estado.
Marília Reis e Licínia Furtado adquiriram algumas peças de roupa e dizem que esta é, também, uma forma de ajudar a instituição.
Marília Reis conta que comprou “duas blusas, uma saia e uns chinelos”, que inclusive já levava calçados. “Os produtos aqui são baratinhos e com a crise há muita gente que nem dinheiro tem para comer”, afirma.
Já Licínia Furtado confessa que gostou muito de “uma blusa cor-de-rosa” e por isso decidiu compra-la. O preço baixo foi a razão principal.
Raquel Domingues, directora técnica do Centro Paroquial e Social conta que a iniciativa só foi possível graças aos donativos de funcionários, utentes e amigos da instituição, “de forma a fazer um equilíbrio entre quem tem e quem não tem”.
O dinheiro angariado com as vendas vai ser reconvertido em géneros, que vão ser doados às pessoas carenciadas inscritas na instituição.