Região

“Interesses políticos” travam ferro

  • 19 de Julho de 2012, 08:23

“Se não houvesse interesses, julgo que o contrato que estava para assinar entre o presidente da Câmara de Moncorvo e o Ministério da Economia tinha avançado. A MTI tem a sede em Bragança, quando os interesses eram de Moncorvo. Os interesses entre uma e outra empresa é que levaram a que não houvesse ferro. Mas há outros interesses, políticos talvez”, afirma o presidente da Associação.
Dinis Cordeiro diz mesmo que os empresários do concelho criaram expectativas, que agora foram por água abaixo.
“Falava-se que o ferro ia avançar e que era muito bom para Moncorvo. Todos os dias se falava nisso. Houve pessoas a tentarem comprar algumas terras ali perto do ferro e mesmo os nossos comerciantes a apetrecharem-se de coisas que não tinham até aqui e afinal as coisas ficaram pelo caminho. Não entendo!”, lamenta Dinis Cordeiro.
O presidente da Associação Comercial de Torre de Moncorvo sublinha, ainda, que o Governo deve uma explicação aos moncorvenses sobre a forma como foi conduzido este processo.

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