Justiça madrasta
Apesar de esta fase não ser tão competitiva como em anos anteriores, o Bragança e o Joane proporcionaram um bom jogo e muito emocionante.
Os brigantinos tiveram um arranque em falso, permitindo, logo aos 5’, que os minhotos se adiantassem no marcador, por André Costa, após jogada bem delineada por todo o miolo joanense.
O Bragança reagiu de pronto, mas o primeiro quarto de hora foi minhoto. Toni bem tentou e deu força na direita, mas a consumação morria nas mãos de André.
Até que, aos 16”, livre na esquerda e Fabien Capello na marca de grande penalidade atirou para o fundo da baliza. A partir deste lance, o Joane perdeu o norte ao jogo, adormeceu, mas os locais não tiveram sorte com a baliza de André. Os ataques iam-se sucedendo, mas proveito nulo.
Na segunda parte, jogo repartido, algumas boas iniciativas das duas equipas e uma ou outra oportunidade de golo, mas foi numa infelicidade da defesa do Bragança que a bola foi para o pé de Marquinhos e o Joane voltou a comandar o marcador.
O treinador do Bragança, Marcelo, aproveitou, então, para mexer na equipa, que partiu em busca do empate. Mas a sorte bateu à porta do Bragança outra vez, canto e Fabien Capello a marcar e a conseguir o seu primeiro bis na carreira.
Tanto Ximena como André estiveram bem e a equipa de arbitragem foi um bom exemplo para o jogo.