Oliveirense entornou o caneco com a ajuda do árbitro
Se até aí o Mirandela não mostrou fragilidades perante um adversário de escalão superior, depois disso… foi apenas um bom jogo em que a Oliveirense se serviu de todos os seus recursos e mais-valias, e aproveitou da melhor maneira alguns erros do trio de arbitragem.
O Mirandela foi imenso, saindo da Taça com a cabeça bem levantada, com queixas das contingências de jogo e da estrelinha. Deslumbrou com um futebol evoluído e altamente competitivo enquanto o deixaram jogar com todas as suas armas.
Com uma primeira parte de luxo, os alvi-negros de Mirandela chegaram à vantagem e podiam ter construído um resultado sólido, assim tivessem materializado as iminências de golo que construíram, tendo chegado o intervalo com um muito lisonjeiro 1-0 para a Oliveirense.
Na etapa complementar, os forasteiros entraram a pressionar na procura do prejuízo como lhes competia, mas os locais, bem organizados defensivamente, apostavam bem na transição rápida do contra-golpe, continuando a criar ocasiões em que o golo só não aconteceu por manifesta falta de estrelinha. Até que aconteceu o caso do jogo, com a expulsão do melhor homem em campo, por suposta agressão que não aconteceu.
A Oliveirense cresceu com a unidade a mais e viria a empatar.
No prolongamento, os anfitriões voltaram a ser a melhor equipa, mas denotavam falta de frescura.
Na marcação das penalidades, os locais começaram bem, Ramalho a marcar e Pedrinho vê Armando defender o seu penálti, mas se Kuca e Lança não deram hipóteses a Bruno, Carlão e Campinho falhariam o alvo, enquanto Oliveira, Clemente, Rui Lima e Adriano foram eficazes.