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Bragança gasta milhões no tratamento de resíduos

Bragança gasta milhões no tratamento de resíduos
  • 5 de Dezembro de 2011, 09:56

O vice-presidente da CMB, Rui Caseiro, lembra que a factura mensal ronda os 180 mil euros, um valor que também sai do bolso aos munícipes.
“Se é caro para o município, também é caro para os cidadãos. E sendo um processo caro, nós entendemos chamar à atenção junto dos munícipes para esta questão da produção de resíduos, enviando um folheto muito simples para casa das pessoas”, afirma Rui Caseiro.
Por dia, cada brigantino produz mais de um quilo de lixo. Mesmo assim, Rui Caseiro afirma que Bragança está abaixo da média nacional.
O autarca lembra, no entanto, que é preciso diminuir a quantidade de lixo produzida e dá alguns conselhos à população.
“É uma mensagem muito simples que nós transmitimos aos munícipes no sentido de terem um gesto no dia-a-dia que possa contribuir para um mundo melhor. Por um lado, comprando produtos com menos embalagens, utilizar produtos que podem ser reutilizados, proceder à separação daqueles resíduos que podem ser valorizáveis e dar outra utilização aos resíduos biodegradáveis, que não seja o caixote do lixo”, enumera o autarca.
Em relação à separação de resíduos, Bragança encontra-se abaixo da média nacional e europeia. Rui Caseiro afirma que tem havido uma evolução desde 2003, mas é preciso valorizar mais os resíduos através da separação.
“A nossa produção, por ano, ronda as 850 toneladas. Tem havido uma evolução ao longo de todos os anos. No entanto, penso que este sector pode evoluir mais, porque a média europeia a este nível é superior”, realça Rui Caseiro.

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