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Silvano revela futuro em Janeiro

Silvano revela futuro em Janeiro
  • 18 de Outubro de 2011, 08:07

Estes são alguns dos lugares que não fazem parte do futuro do presidente da Câmara Municipal de Mirandela, José Silvano, que vai deixar o cargo no final de Dezembro deste ano.
Em entrevista à CIR, o edil disse que só a partir de Janeiro de 2012 anunciará quais serão as suas novas funções. “A partir de 1 de Janeiro anunciarei para onde vou trabalhar. E posso garantir que nem irei para a saúde no distrito nem para a Segurança Social, que são os únicos dois cargos de nomeação política que o distrito tem. Tenho um conjunto de propostas, fora da região essencialmente, às quais tenho de dar resposta a partir de Janeiro”, garantiu José Silvano.
O edil esclarece, ainda, que não será presidente do Conselho de Administração do Hospital da Terra Quente, nem presidente da Agência de Desenvolvimento do Vale do Tua.
“Só sou presidente do Hospital Terra Quente porque sou o presidente da Câmara e a autarquia tem dez por cento do capital. A partir de 1 de Janeiro, não serei presidente da Câmara e, por isso, também não serei do hospital. Para a Agência, são cinco Câmaras e a EDP que decidem”, explicou José Silvano à CIR.

 “Não penso candidatar-me a mais nenhuma Câmara do país”, assegura o autarca

O autarca garante que renuncia ao cargo no momento ideal, tal como quando substituiu José Gama no Palácio dos Távoras, em 1996. Com esta atitude, anunciada na reunião de Câmara do passado dia 10 de Outubro, Silvano entrega os destinos do município ao actual vice-presidente, António Branco, que considera ter todas as condições para ganhar a Câmara, em 2013.
Aos 54 anos, o autarca já venceu quatro eleições, três delas com maioria. Apesar de não poder voltar a candidatar-se a presidente da Câmara de Mirandela, poderia fazê-lo noutro concelho, mas garante que, em 2013, não será candidato a nenhuma câmara do País.
 “Não penso candidatar-me a mais nenhuma Câmara do país”, assegurou o responsável à Cadeia de Informação Regional.
Até à renúncia do mandato, José Silvano ainda pretende deixar resolvida a questão do Metro de Mirandela, que acumula um prejuízo mensal de 10 mil euros. O objectivo é transferir esta responsabilidade para a Agência de Desenvolvimento do Vale do Tua.

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