Região

Prejuízos podem chegar aos 1,4 mil milhões

  • 4 de Outubro de 2011, 01:49

De 2010 a 2030, estas duas vias rápidas terão, segundo uma auditoria da Inspecção-Geral de Finanças (IGF) à Estradas de Portugal (EP), encargos superiores às receitas num montante médio anual de 71,3 milhões de euros.
Os dados da IGF divulgados pelo CM deixam claro que Concessão do Douro Interior é, do ponto de vista financeiro, a mais deficitária das sete subconcessões lançadas e adjudicadas pelo Governo de José Sócrates entre 2008 e 2010. E o próprio estudo económico do projecto a 75 anos, que traça as projecções económico-financeiras para esse período, já indicava, em 2008, que a construção desta auto-estrada implicava elevados custos financeiros.
Ao considerar que não são cobradas portagens no IP2 e no IC5, o estudo frisa que “o projecto Douro Interior é deficitário, estando previstos pagamentos líquidos da EP, cujo VAL [Valor Acrescentado Líquido] a 1 de Janeiro de 2009 é negativo em cerca de 878 milhões de euros”.

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