Região

“Quero uma equipa que me crie dores de cabeça”

“Quero uma equipa que me crie dores de cabeça”
  • 9 de Agosto de 2011, 16:55

Informativo Desporto (ID): Ainda é muito novo, confunde-se com os jogadores, não tem saudades de jogar?
Pedro Monteiro (PM): Muitas saudades. A coisa melhor que há é ser jogador da bola.

ID: Como é que tudo começou para o Pedro Monteiro?
PM: Comecei como toda a gente começa, a jogar na terra natal, em Lousada. Tinha 11 anos, aos 17 fui para o Paços de Ferreira, onde estive 14 anos, passei três anos no Freamunde e depois outros três no Vizela e acabei a carreira de jogador no Lousada.
O Freamunde deu-me a oportunidade para treinar a sua formação nos juvenis e conseguimos subir, depois treinei os juniores, e quer nos juvenis como nos juniores, colaborava com os séniores.
Este ano o Sport Clube de Mirandela deu-me esta oportunidade de ser treinador principal, e eu estou-lhe muito grato na pessoa do nosso Presidente.

ID: Será esta a oportunidade certa, no momento certo, e para o homem certo?
PM: Espero que sim! A minha vontade é imensa, confio nas minhas potencialidades, confio no grupo de trabalho, e quando digo grupo de trabalho é toda a gente, treinadores, jogadores, equipa médica… até toda a direcção, toda a gente que envolve o Sport Clube deMirandela. Preciso de ajuda, sou jovem e quero vencer. Espero fazer um bom campeonato, que me dê boas perspectivas à minha futura carreira de treinador de futebol…
ID: Ou seja, um pontapé de saída para a carreira em grande?
PM: Espero bem que sim! Tanto para mim como para o Sport Clube de Mirandela. Todos temos de aprender. O Sport Clube de Mirandela tem de criar bases de sustentação para evitar as descidas a seguir às subidas. São essas bases que vamos tentar implementar de forma sustentada que permita no futuro a continuidade neste escalão e a luta pelos lugares cimeiros.

ID: Como foi o jogador e como vai ser o técnico do Sport Clube?
PM: Fui sempre um jogador de colectivo, voluntarioso, de raça que dava tudo em campo. Tinha boa qualidade de passe e assistência. Penso ter sido um bom jogador que podia até podia ter ido mais além, mas que, por outros motivos, não aconteceu.
Como técnico, a minha equipa tem de ter raça, ser voluntariosa e tem de deixar tudo em campo.
Aliado a uma boa qualidade de jogo, o espectáculo também conta. Não podemos pensar só em resultados. Temos de abandonar o terreno de jogo com grande pressão, grande espírito de sacrifício e qualidade de jogo.

Leia a entrevista completa na edição em papel do Informativo Desporto

Proponha um artigo de opinião:
info@pressnordeste.pt
Abrir
Written By
admin