Região

Feira de S. Pedro sustentável e amiga do ambiente

  • 28 de Junho de 2011, 13:29

A medida foi anunciada, no passado sábado, pelo presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros, Beraldino Pinto, durante a cerimónia de abertura do certame.
Segundo o edil, o projecto-piloto consiste em organizar, pela primeira vez, em parceria com a agência Eixo Atlântico, um evento em que o principal objectivo é desenvolver acções, tendo em vista uma redução no consumo de energia, água e materiais sólidos. Neste sentido, estão distribuídos por todo o recinto da feira vários ecopontos. Os visitantes são sensibilizados para não utilizarem copos de plásticos e preferirem matérias biodegradáveis, ao mesmo tempo que se aposta na selecção dos resíduos produzidos no decurso do certame.
Por outro lado, o autarca destaca a aposta no turismo, um sector para o qual foram reservados cerca de mil metros quadrados de área coberta.
“Este ano, a Feira de S. Pedro apostou no sector do turismo, já que se trata de uma actividade económica que ganha cada vez mais importância na região”, enaltece o edil.
No recinto do certame marcam presença cerca de 250 expositores, que, este ano, foram distribuídos de forma diferente. O espaço que acolhe a feira tornou-se assim mais acolhedor.

Mudanças no recinto tornam o certame mais atraente aos olhos dos visitantes

Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial de Macedo de Cavaleiros, António Cunha, o número de expositores é idêntico ao do ano passado, a única diferença foi a disposição dos stands no espaço da feira.
“As mudança no recinto servem, essencialmente, para a tornar mais atraente e não cansar os visitantes que ao longos dos passam pelo certame”, justificou o presidente da Associação Comercial de Macedo de Cavaleiros, António Cunha.
Segundo a organização, o modelo da feira é para manter, já que é um misto de oportunidade de negócio e, ao mesmo tempo, uma festa onde marcam presença os maiores nomes do panorama nacional da música e do espectáculo.
“Pensamos que a feira sem um cartaz de festas de nível terá poucas hipóteses de sucesso”, justificou o dirigente associativo.
Em jeito de conclusão, Beraldino Pinto destacou as oportunidades de negócio que todos os anos acontecem no decurso do certame.
A organização da Feira de S. Pedro custou cerca de 300 mil euros, atendendo ao facto que um terço do montante está destinado ao pagamento dos espectáculos.

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