Alfândega vendeu oito toneladas de cereja
Segundo a presidente da Câmara de Alfandega da Fé, Berta Nunes, o facto da festa ter tido menos um dia de duração, face à edição do ano anterior, poderá justificar “a quebra nas vendas”, apesar do fruto ter saído “a bom ritmo”, não só dos stands da cooperativa agrícola, bem como dos privados.
“Ao longo do três dias de duração do certame, os stocks de cereja tiveram de ser repostos várias vezes ao dia, e no domingo ainda havia mulheres a apanhar cereja para satisfazer as necessidades de mercado”, acrescentou a autarca.
No entanto a autarquia quer que a Festa da Cereja seja uma porta de entrada de visitantes no concelho, e ao mesmo tempo um ponto de saída dos produtos endógenos do concelho.
“A Festa da Cereja, tornou-se no local de referência para os produtores dos concelho poderem escolar os seus produtos, desde as compotas, aos queijos, passando pelos licores ou doçaria”, afiançou Berta Nunes.
Por outro lado, alguns dos expositores não se mostravam “satisfeitos” como a disposição dos stands, pelo que a organização prometeu” uma revisão no figurino do espaço”. “Há algum descontentamento, mas é importante dizer que a feira quer ser uma montra do concelho e não tanto um local de venda de outros produtos vindos de fora”, concluiu Berta Nunes.
Em relação a números, segundo os cálculos da organização, passaram pelo certame mais de 15 mil visitantes. Na organização da iniciativa, que contou com uma centena de expositores de vários sectores económicos do concelho e da região, foram investidos cerca de 80 mil euros.