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Caniçal ainda respira

Caniçal ainda respira
  • 19 de Abril de 2011, 11:18

Aliás, Duarte Nuno viria a revelar-se como o homem mais perdulário do encontro, pois beneficiou de quatro ocasiões flagrantes de golo e acabou por não conseguir concretizar nenhuma.
O infortúnio também foi evitando o primeiro tento dos atletas da casa, já que após grande defesa de Ximena ao remate de Duarte Nuno, Pedro Dinarte veria a barra negar-lhe o tento inaugural.
Mas como o cântaro tantas vezes vai à fonte até que deixa lá ficar a asa, logo no minuto seguinte Cláudio viria a inaugurar o marcador, num lance em que é empurrado pelo seu colega de equipa e com isso conseguiu enviar o esférico para o interior da baliza brigantina.
Volvido somente um minuto, Pedrinha viria a fazer um auto-golo crucial para o desfecho da partida, já que a partir daí o Caniçal começou a ceder à ansiedade e nunca mais se encontrou, valendo duas excelentes intervenções de Ricardo para manter o conjunto visitante em branco no marcador.
Com efeito, o segundo tempo, contra todas as expectativas, acabaria mesmo por ser dominado pelo conjunto de Bragança, que ainda assim nunca conseguiu colocar a defensiva do Caniçal em sobressalto.

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