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Competição de bom nível

Competição de bom nível
  • 1 de Março de 2011, 22:17

Foi um jogo muito bom no capítulo da competição e de muitas melhorias no trabalho feito pelas equipas e pelos treinadores. O Macedo entrou em campo como líder invicto. A partir deste encontro, as 8 equipas da prova de juniores A já perderam todas e ainda só se jogaram 3 jornadas. Isto mostra competição pelos resultados, à excepção do Bragança, que ganhou no Montes e Vinhais por 10-2. Na verdade, o Macedo entrou muito forte em Bragança, pegou no jogo, dominou, jogando bem. Na volta encontrou uma equipa tricolor forte na determinação, na entre ajuda e, particularmente, mostrou a sua principal arma, que foi o contra- ataque. Dois golos na primeira parte, embora com responsabilidades para a defesa macedense, e, em particular, o 2º golo para o guardião Bruno. Mesmo assim, o resultado era muito pesado para o que as equipas estavam a jogar. A equipa de Bruno Faria venceu com muita categoria na defesa, em especial de André, guarda- redes, e de Ivo, César Abel, Portela e o trinco Rui Filipe, que não dá uma bola por perdida. Do meio campo para a frente, o Mãe d` Água acabou por viver de Moisés, um jogador com muita classe, um verdadeiro ponta de lança à antiga, que nunca desiste de uma jogada, daí ter marcado o segundo golo, que surgiu de uma bola metida na entrada da área do Macedo, o guardião Bruno gritou para a defesa que apanhava a bola, mas felino Moisés meteu o pé entre o guarda- redes e o defesa e marcou com muita audácia.
Grande jogo, muita posse de bola para os visitantes. A entrada de Joli mexeu com toda a equipa, deu velocidade à esquerda da equipa de amarelo e verde e foi mesmo o guardião local a evitar o golo, com saídas, muita coragem, e numa delas ficou com um olho à belenenses. Outra particularidade no Mãe d` Água para não desvirtuar a verdade é que conta com 11 jogadores ainda da categoria juvenil, ou seja Juniores B.
No Macedo, Rui Vilarinho e Quintino Angélico têm uma politica de enorme facilidade de dar outra imagem ao jogo, em que ninguém fala com os árbitros e cada um faz o seu trabalho.
Quanto aos juízes, não há nada a dizer.

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