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Governo aprova Unidade Local de Saúde

Governo aprova Unidade Local de Saúde
  • 22 de Fevereiro de 2011, 10:12

O Conselho de Ministros aprovou, na passada quinta-feira, a constituição da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, que integra o Centro Hospitalar do Nordeste e o Agrupamento dos Centros de Saúde do Alto de Trás-os-Montes I-Nordeste, dois organismos que são extintos com a reorganização dos serviços de saúde no distrito de Bragança.
A par da região do Nordeste Transmontano, esta nova unidade irá integrar ainda o concelho de Vila Nova de Foz Côa, no distrito da Guarda.
No comunicado publicado na página do governo, são enaltecidas as mais-valias ao nível dos cuidados de saúde com a criação de uma ULS na região. A criação de um processo clínico único, partilhado entre cuidados de saúde primários, cuidados hospitalares e cuidados continuados, é uma das principais vantagens enaltecidas pelo poder central.
Neste sentido, vai ser possível optimizar a oferta dos serviços de urgência e dos cuidados de saúde programados, através de uma gestão mais racionalizada da procura.
Este modelo permitirá a deslocação dos médicos dos hospitais aos centros de saúde, proporcionando uma maior acessibilidade aos utentes e evitando uma afluência descontrolada e desnecessária de pessoas ao hospital.
Na óptica do presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, a criação da ULS do Nordeste é benéfica para os cidadãos, porque vão ter mais facilidade em aceder aos diferentes serviços de saúde. “Para além de reduzir a despesa, melhora a qualidade dos serviços, o que se traduz num bom resultado em benefício da comunidade”, enaltece o autarca.
O edil reconhece que, inicialmente, o processo de integração poderá causar alguma perturbação, mas mostra-se confiante face aos resultados positivos que esta integração vai proporcionar aos utentes do Sistema Nacional de Saúde.
“Trata-se de uma unidade que deve servir os cidadãos do distrito de forma mais eficiente, permitindo utilizar melhor alguns recursos que são escassos, como a parte tecnológica e a parte humana, da qual fazem parte os profissionais de saúde”, conclui Jorge Nunes.

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