Tudo tem um limite
Valeu a intervenção de dois agentes da PSP, que foram autênticos heróis na hora de promover a tranquilidade e restabelecer a ordem até chegarem reforços.
Nada fazia prever esta situação, visto que o jogo foi bem disputado, com uma entrega brava de todos os jogadores e com momentos de grande futebol e um comportamento impressionante. O jogo se tivesse terminado com um empate a 6 golos não escandalizava ninguém. Foram tantas as oportunidades e uma grande qualidade de jogo, que jamais alguém esperaria tal confusão no final.
Fica o lado bom do encontro, com grandes golos e muitos outros que ficaram por marcar. F. Batista deu festival de futebol no Cachão e Mantorras e Moisés no Mãe d` Água, numa batalha leal dentro das 4 linhas. O juiz dirigiu o jogo com muita tranquilidade, embora com algumas pressões. Não terá visto uma grande penalidade a favor do Cachão, mas na verdade era quase impossível devido ao amontoado de jogadores na área da equipa da casa.
A culpa não foi do juiz, mas sim dos nervos e do jogo da primeira volta. Mas a solução é simples, se querem o bem destes miúdos, os presidentes têm que reunir com bandeiras brancas, para estas cenas de violência não se voltarem a repetir.