Três empresas na corrida ao SPA de Alfândega
Segundo a autarca local, Berta Nunes, “em cerca de duas semanas o assunto deverá estar resolvido com a definição da candidatura vencedora”. Na corrida estão três empresas, nomeadamente o Grupo Gesvima, presidido pelo empresário de Bragança, Vítor Raposo (que já detém uma unidade hoteleira no Algarve), uma sociedade de Macedo de Cavaleiros e outra de Mirandela. Havia ainda um quarto candidato, um grupo de Moçambique, que acabou por ser excluído porque não apresentou os documentos bancários que lhe foram solicitados.
Segundo o Jornal Nordeste apurou, o Grupo Gesvima apresentou uma proposta no valor de 1,5 milhões de euros, que tem por objectivo duplicar o alojamento para que a unidade se torne viável. “Para ser sustentável é preciso que a estalagem seja ampliada, precisa de mais quartos, mas a Câmara não tinha capacidade financeira para suportar o investimento necessário”, realçou a presidente.
Berta Nunes considera que a venda do Hotel & SPA diminuiu os encargos do município, ainda que se mantenha a dívida acumulada, uma vez que “nenhum dos candidatos assumiu o passivo”, explicou a autarca.
A Câmara ficará com uma dívida de 650 mil euros, para saldar em 15 anos. “É um montante gerível e controlável. Ao vender deixamos de ter o encargo anual de 300 mil euros ”, garantiu Berta Nunes.
GL