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Bragança preparada para o Inverno

Bragança preparada para o Inverno
  • 23 de Novembro de 2010, 10:32

Para dar resposta ao rigor do Inverno que se avizinha, o concelho de Bragança conta com seis viaturas capazes de contrariar a neve e o gelo transmontano (ver caixa).
“Reforçámos significativamente os meios de protecção civil para fazer face às situações de Inverno, que nos preocupam a todos. Os meios que tínhamos não eram suficientes e continuam a não ser, para o distrito em geral. Aliás, é do conhecimento público que os meios de que dispomos são muito reduzidos”, revelou o presidente da CMB, Jorge Nunes.
De acordo com o autarca, a aposta no reforço de meios e equipamentos prende-se com a extensão do território. “Decidimos tentar equipar vários meios de forma eficaz para respondermos rapidamente a todas as solicitações num concelho que é extenso, pois tem mais de 600 quilómetros de estradas na área rural e muitos arruamentos na cidade”, acrescentou.

Com mais equipamentos e menos recursos humanos, a autarquia julga estar preparada para enfrentar o Inverno que se avizinha

Outra das intenções de Jorge Nunes é a contenção de custos.
Isto porque, ao reforçar os meios mecânicos, há uma redução na despesa traduzida pela contratação de um número inferior de recursos humanos.
No total, foi realizado um investimento de quase 100 mil euros (97.657,29 euros), que procura garantir uma maior operacionalidade e aproveitamento dos recursos já existentes no município que visam proteger a população do concelho de Bragança do rigor de Inverno. “Este é um reforço de meios sobre os meios já existentes, até porque não apresentamos nenhum equipamento novo, à excepção dos espalhadores de sal e das pás limpa-neves. O resto, são equipamentos que o município utiliza no dia-a-dia, noutros trabalhos, e que serão, agora, adaptados”, referiu o edil.
Foram, também, reforçadas as acções de prevenção. Nesse sentido, e a par do investimento efectuado, a CMB aposta, também, na formação de 40 colaboradores que integram as equipas de prevenção.
Na constatação do elevado risco que existe em circular sobre o gelo, Jorge Nunes recomenda prudência. “Nos piores dias, o melhor mesmo, para quem possa, é ficar em casa. Como, de resto, acontecia antigamente. Mas, devem, sobretudo, abster-se de utilizar as vias”, salvaguardou.

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