Região

Assim não…

  • 28 de Setembro de 2010, 14:00

Ficava claro que a irradiação era o único caminho possível, tal a gravidade dos acontecimentos.
Neste jogo com o Varzim, foi a juíza da partida que ditou a derrota do Bragança, com a invenção de uma grande penalidade, uma falta de rigor grave. O próprio banco do Varzim ficou espantado com a decisão e o treinador Poveiro desabafou: “É verdade que não é penalti, mas pode dizer que nesta equipa não ensino estes garotos a fazer isto. Claro que o Bragança foi prejudicado”.
Perante estas palavras, está tudo dito sobre a actuação da juíza da partida.
O 2º golo do Bragança sai de um canto que não existe e a turma da casa sentiu na pele a lesão de Tiago Padrão, que estava a fazer um bom jogo. Rui Alves entrou e mudou o jogo para melhor. O Bragança começou a decidir atacar e não chegou ao empate por manifesta falta de sorte. Eddas não está num bom momento e nota-se no ataque do Bragança.
Outra atitude de louvar só pode vir de um jogador com classe e muito humano. O guardião da casa estava desalentado por se sentir culpado nos primeiros dois golos do Varzim e no final do jogo isso era notório. Mas fica uma certeza, jogadores destes há poucos a assumir os seus erros.
Na bancada houve revolta, mas com educação.
Para finalizar, foi negada ao Jornal NORDESTE a constituição da equipa da casa e foi-nos dito que estávamos proibidos de falar com os jogadores.
Se é esta a formação que o Bragança quer, é melhor seguir outro caminho.

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