A grande aposta
A destacar: os habituais jogos e torneios medievais, personagens trajadas a rigor, bem como visitantes e residentes (ver caixa), inúmeros cabeções, exposições, um vasto mercado e uma maior área de restauração, dança e música medievais e um dragão surpresa no final de cada noite. Ao palco do Castelo, subiu, sexta-feira e sábado, a peça de teatro «O Braganção Mendo Alão e o Rapto da Princesa da Arménia», organizada pela Bragança Histórica – Associação de Arte e Cultura.
“Este ano, há uma aposta de reforço de actividades. Temos um reforço a nível da animação de rua, animação que estará permanente em todos os dias da Festa, no local do recinto e, também, nas ruas principais do centro histórico da cidade”, adiantou o vice-presidente da Câmara Municipal de Bragança, Rui Caseiro, na abertura oficial da Festa da História. O responsável sublinhou, também, a adesão, “cada vez maior”, por parte dos nossos artesãos, cerca de 17, e um incremento na gastronomia, reforçada com um maior número de ‘tasquinhas’.
“O convite que fazemos é para que as pessoas se desloquem à cidadela nestes dias e possam entrar no espírito dos séculos X e XI, revivendo aquilo que os nossos antepassados fizeram e que era próprio desses tempos”, afirmou o responsável.
“Esta é uma forma de promovermos e darmos valor à nossa história e àquilo que nos identifica como povo tão antigo que somos e a nossa cidade, também, que com a sua história é uma das mais antigas do país”, acrescentou.
Com um orçamento cifrado em cerca de 58 mil euros, a Festa da História, organizada pela Câmara Municipal de Bragança, incluiu uma outra novidade: transporte público gratuito para o Castelo a partir de vários pontos da cidade.