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Cereja vence a crise

Cereja vence a crise
  • 15 de Junho de 2010, 09:20

“Contávamos vender entre 8 a 10 toneladas de cereja, mas ultrapassámos ligeiramente as 12 toneladas”, garantiu o presidente da CAAF, Eduardo Tavares.
Segundo o responsável, “a procura de cereja levou a fazer a apanha durante o último dia da Festa da Cereja (domingo), já que a procura era muita e o mau tempo obrigou a uma paragem de dois dias. Mais cereja houvesse, mais venderíamos”, salientou Eduardo Tavares.
A Feira da Cereja reuniu, ainda, 80 expositores de vários sectores de actividade vindos um pouco de todo o país. O certame apresentou-se com novo figurino no intuito de se transformar numa montra dos produtos agro-pecuários do concelho.
Uma das apostas da organização passou pelo “Show Cooking”, a cargo dos Chefes Marco Gomes e Luís Américo Teixeira, que deram a conhecer as diversas utilizações da cereja na gastronomia.
“A cereja não se come só ao natural. Com este fruto é possível confeccionar pratos salgados ou doces. Por hábito, as pessoas apenas fazem compotas de cereja, porém, há outras utilizações. A cereja tem lugar na gastronomia como sendo um ingrediente de requinte”, explicou o Marcos Gomes.

Show Cooking mostra
potencialidades da cereja
na alta cozinha

Na história do certame fica, também, o concurso denominado “Cerejinha de Ouro – Prémio genuinidade para a cereja de Alfândega da Fé”, distinção que foi atribuída à CooperativaAgrícola de Alfandega da Fé, o maior produtor da região.
Os graus prata e bronze foram para José Martins (produtor da aldeia de Eucísia) e para José Pesqueira (Sambade), respectivamente. A atribuição das distinções foi o resultado final do painel de provadores, outra das novidades do certame, composto por 104 pessoas.
Música tradicional, exposições de pintura, mostra de produtos regionais e raças autóctones foram outros dos atractivos que levaram alguns milhares de pessoas a Alfândega da Fé.

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