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Não havia necessidade

Não havia necessidade
  • 11 de Maio de 2010, 09:30

Era preciso a mão de Carlitos (treinador), ao intervalo, e buscar o empate o mais rápido possível. Tudo se conjugou nesse sentido, com um penalti de Ricardo Gomes, bola na mão ou mão na bola, o eterno dilema.
Marco Móbil, numa 2ª parte de luxo, marcou e empatou com muito tempo pela frente. No banco estava um jogador capaz de fazer estragos na área e Toni entrou e confirmou, num grande golo de cabeça, aos 76”. Era o golo da vantagem, mas não da tranquilidade, tudo porque, pela frente, o Bragança tinha e teve sempre uma grande equipa, capaz de reter a bola e, quando necessário, procurar o empate, o que aconteceu por mais do que uma vez, no último quarto de hora.

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