Região

Mirandela: Porteiro processado

  • 27 de Abril de 2010, 09:14

O inquérito concluiu que na data “não existiam quaisquer regras de controlo da saída de alunos durante o período de almoço e que, de acordo com as declarações do funcionário “era difícil, no meio de cerca de quatrocentos alunos, saber quais eram os que tinham autorização para almoçar em casa, e quais eram os que teriam que almoçar na escola”.
O porteiro disse ainda que “os alunos têm por hábito sair da escola saltando as grades de vedação” e que no dia 02 de Março “não viu sair ninguém pelo portão da escola, não se recordando, porém, se estava a atender o telefone naquela altura”.
A acumulação de funções é outras das atenuantes apontadas ao porteiro que segundo o inquérito apurou “acumula a função de controlo das entradas e saídas com a função do serviço de ligações telefónicas, devendo assegurar todo o movimento de comunicações entre a escola e outros serviços”.
O inquérito concluiu que serve também de atenuante o facto de “o portão da escola, à data dos factos, não ser fechado à chave, encontrando-se apenas no trinque”.
A escola EB 2/3 Luciano Cordeiro tem dois porteiros e aquele que é alvo de procedimento disciplinar encontrava-se de serviço na portaria a 02 de Março, dia em que Leandro se afogou no rio Tua.

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